COMUNICANDO: Sim o Jarvis e é do Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg, o criador do Facebook, passou o ano trabalhando: no desenvolvimento de um sistema de inteligência artificial para controlar atividades domésticas chamado – em homenagem ao Homem de Ferro – Jarvis, nome do “mordomo digital” de Tony Stark.

Os avanços realizados por Zuckerberg foram compartilhados com o público através de uma nota (em inglês) postada no Facebook. Lá, ele conta um pouco sobre o funcionamento do Jarvis, desde a ideia inicial e sua programação até a implantação de fato, além dos planos de tornar tudo acessível para as pessoas.

O Jarvis pode controlar a iluminação, a temperatura, as portas e até um sistema de som integrado ao Spotify

O criador do Facebook equipou sua residência com um sistema de casa inteligente que vai muito além de apenas um exemplo avançado de Internet das Coisas (IoT). O Jarvis pode controlar a iluminação, a temperatura, as portas e até um sistema de som integrado ao Spotify, sem contar smart TVs, computadores e webcams.

Tudo isso pode ser controlado através de comandos de voz por meio de um programa criado pelo próprio Zuckerberg usando Python, PHP e Objective C. Além disso, ele usa o Messenger do Facebook para interagir com a inteligência artificial. Um dos desafios de Zuckerberg é tornar tudo isso o mais realista possível, fazendo com que o sistema compreenda frases e construções mais completas de maneira natural, como alguém que entende o que falamos quando conversamos normalmente.

Jarvis é capaz de compreender textos e de transformar falas em textos para poder lê-los e entender o que é necessário

“Uma vez que havia escrito o código de maneira que meu computador pudesse controlar minha casa, o passo seguinte era fazer com que eu pudesse conversar com meu computador e minha casa assim como eu faria com qualquer pessoa”, afirmou Zuckerberg. Ele também explicou que Jarvis é capaz de compreender textos e de transformar falas em textos para poder lê-los e entender o que é necessário.

Além de controlar tudo em sua casa através de um aplicativo desenvolvido para o sistema operacional iOS, Zuckerberg pode ficar despreocupado com as pessoas que vão visitá-lo. Através de um sistema de câmeras, sua casa é capaz de reconhecer quem está à porta e liberar ou não a entrada de pessoas em sua residência, tudo automaticamente.

O sistema funciona em dois passos: primeiramente, a câmera faz uma varredura na imagem que capta diante da entrada da residência do criador do Facebook e busca por rostos, usando uma plataforma de detecção facial. Caso ele entenda que há uma pessoa diante da câmera, Jarvis passa a buscar o rosto em um banco de dados para poder identificá-lo. Se essa pessoa for liberada para entrar, a inteligência artificial da residência abre a porta automaticamente para o convidado.

O próximo passo? Tornar tudo mais acessível, descobrindo maneiras de disponibilizar Jarvis para o mundo

A maior sacada de Jarvis, porém, vai muito além de apenas ligar e desligar luzes e abrir portas sozinho (o que já é sensacional por si só): Zuckerberg quer fazer sua criação aprender sozinha. “Quanto mais contexto uma inteligência artificial tiver, melhor ela consegue lidar com pedidos improvisados. A essa altura, eu peço para Jarvis ‘tocar alguma música’ e, observando meus padrões passados de escuta, ele escolhe algo que eu gostaria de ouvir. Se não for aquilo que eu quero, eu posso dizer, por exemplo, ‘essa música não é calma, toque algo calmo’, e ele pode aprender imediatamente a classificação daquela canção e se ajustar imediatamente”.

O próximo passo? Tornar tudo mais acessível, primeiramente criando uma versão para Android do app já criado para iOS, e, em seguida, descobrindo maneiras de disponibilizar Jarvis para o mundo. Será que o futuro está tão perto assim de chegar?

 

Vale a pena conferir no vídeo

Fonte: TechMundo

Post Autor: Comunicando

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