COMUNICANDO: Previsões dos desafios e oportunidades para 2017. Já fez as suas?

Nesta semana serei mediadora de um evento aqui na minha cidade (Goiânia) sobre publicidade e nele iremos discutir as perspectivas para 2017, nós profissionais da área de comunicação sabemos como é importante voltar à atenção para os desafios e oportunidades neste meio, e por esta razão trago algumas provocações:

Você já começou a pensar sobre isso? Como está seu planejamento?  Seu negócio tem um alinhamento às projeções de mercado que estão sendo realizadas para o ano novo que se aproxima?

Em meio a crises econômicas, transição de governos em âmbito nacional e internacional, transformações e inovações tecnológicas, as perguntas são pertinentes, mas, sobretudo é imprescindível voltarmos atenção para o que foi imaginado em 2015 e de fato concretizado no ano que se finda.

O que havíamos imaginado sobre esses acontecimentos? Como nos preparamos? Em que erramos? O que era passível de solução interna? E o que de fato não estava sob nosso controle?

Em suma sua análise swot foi bem sucedida?

Em 2016 foi possível perceber a crescente necessidade dos sites se tornarem responsivos, pois o mobile continua em ascensão e os influenciadores sociais alcançando cada vez mais um número maior de seguidores e dominando a publicidade de grandes marcas.

O uso das transmissões ao vivo pelo live vídeo streams parece ter chegado para ficar, só não sabemos até quando. E essas práticas são realmente mais viáveis financeiramente e adequadas para todo tipo de público? Como iremos selecionar e capacitar a nova geração para realizar as demandas do mercado?

Apesar da geração millenium já nascer pronta para o uso da tecnologia. Ainda precisamos buscar muitas respostas, temos um público expressivo com pouco envolvimento nas redes.

É preciso conseguir olhar o mercado com as lentes do outro, é recorrente esbarrarmos com planejamentos limitados ao que um pequeno grupo acredita ser o certo sem ter antes debruçado para outras realidades.

Sobre desafios

Essas novas indagações tornam interessante pensar então sobre a não execução tanto do que planejamos como do que prevíamos que fosse acontecer.  Um olhar maduro para os fatos pode nos ensinar muito e também evitar o gasto com energia em assuntos irrelevantes.

E assim, os profissionais precisam compreender que a média de execução no cenário nacional não ultrapassa 30% do que foi posto no papel. Diante dessa realidade questiono o seguinte: isso significa que precisamos planejar mais para realizarmos mais, ou termos maior foco na ação?

Certamente as duas suposições têm sua parcela de verdade, uma não deve anular a outra. E uma maneira de acertar no planejamento é buscar fontes seguras de informações, aceitar que identificar tendências por meio de estudos sérios e embasados (Exige investimento, de tempo e dinheiro) não é a mesma coisa de tentar prever acontecimentos de forma amadora (Geralmente é feito de forma rápida e por profissionais sem a devida capacitação e expertise de mercado).

Sobre oportunidades

E essa análise requer percepção para contextos macros que são os supracitados eles envolvem desde a cadeia política internacional até a instabilidade econômica, e também o contexto médio que diz respeito ao seu negócio de forma direta, por exemplo: tendências para o digital, soluções para agências de publicidade e comportamento do seu público alvo. Bem como o micro que é exatamente os acontecimentos diários na sua empresa.

Procure responder constantemente quais são os fatores que trazem impacto direto ao seu negócio!

Precisamos aproveitar o terreno fértil da internet com a era do conhecimento compartilhado para fomentarmos a criatividade; ter na reclamação do nosso cliente independente do canal de comunicação uma aliada para informações ricas que em conjunto com pesquisa de mercado formal se transforma em um material valioso; estudar incessantemente; e trocar experiências sempre.

No próximo texto, trarei as novidades do que foi discutido no evento, até lá!

Post Autor: Comunicando

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