COMUNICANDO: Por que fazemos o que fazemos? de Mario Sergio Cortella por Mayara Scalon

Cortella tem se tornado mais conhecido graças às redes sociais, com diversos vídeos compartilhados, onde ele expõe suas idéias que vem sendo muito debatidas entre os jovens.

“Por que fazemos o que fazemos?” é um livro rápido, com capítulos curtos e leitura fácil.

Os pais trabalhavam mais de 6 anos na mesma empresa, buscando crescer e, como se diz, colocando todos os ovos em uma cesta só. Enquanto que os jovens de hoje, buscam conhecimento e, acima de tudo, experiência, não só profissional mas, de vida também.

Ele destaca bem a dificuldade dos gestores para reter bons profissionais, pois estes não trabalham só pelo dinheiro, eles também querem reconhecimento e trabalham por um propósito. Ele explica o significado de “lucro” e mostra que é sim possível lucrar fazendo boas ações. Ter foco em sustentabilidade e ações sociais descritas nos Valores da empresa não é mais um mero texto motivador, este deve ser visto acontecer.

Os profissionais de antigamente trabalhavam como robôs, batiam seu ponto, faziam seu serviço, batiam seu ponto, voltava pra casa. Não questionavam o que estavam fazendo, que destino isso teria, para que servia aquele parafuso e por aí vai. Os profissionais hoje querem saber exatamente o que estão fazendo, qual o propósito do seu trabalho e querem se sentir úteis.

Cortella também ressalta a diferença entre rotina e monotonia, diz que rotina é bom e explica o porquê. Mostra que a segunda-feira só é ruim para quem não tem um propósito na vida. É claro que não se pode ser 100% feliz naquilo que faz, existem atividades que não precisa gostar tanto, mas faz parte daquilo que você ama fazer. Por exemplo, ser professor mas ter que corrigir uma pilha provas.

O desgaste das pessoas que trabalham muito e só sonham em fazer aquilo que gosta futuramente, quando tiverem dinheiro o suficiente ou quando aposentarem. É preciso ter uma prioridade na vida, sim apenas UMA, pois quando se coloca um “s”, deixa de ser prioridade e passa a ser uma lista de tarefas.

Cortella também vai enfiar o dedo na sua cara e dizer que engolir sapo não é exatamente sinônimo de coragem e persistência, mas pode ser covardia. Fala sobre o desemprego, coisa que muitos estão vivendo atualmente. Você vai se sentir menos culpado por ter recusado um emprego que ia contra seus valores.

Cortella vai te mostrar que sentir-se mais capaz, mais competente é algo absolutamente gratificante e que não precisa passar por cima de ninguém para isso.

mayara scalon

 

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