Marketing De Conteúdo: 10 Dicas Sobre Como Não Fazer

Marketing de Conteúdo: 10 dicas sobre como não fazer

É claro que tudo que é bom a gente tem mesmo que compartilhar, e esse super artigo do Adnews precisa estar aqui no Comunicando… essas 10 sacadas vão te guiar em como começar a executar um dos principais braços do Inbound, então confere aí e comece já

COMUNICANDO: Planejamento – De Olho No Futuro, Sertanejos Contratam Profissionais Para Alavancar O Digital Por Fernanda Cappellesso

COMUNICANDO: Planejamento – De olho no futuro, sertanejos contratam profissionais para alavancar o digital por Fernanda Cappellesso

Que a internet tem uma força incrível para divulgação de pessoas, produtos, projetos todo mundo sabe. Mas será que hoje o processo de trabalho para que a publicidade atinja o objetivo necessário é igual há dois, três cinco anos atrás? A resposta você já sabe: óbvio que não.

Há cinco anos não existia anúncio patrocinado no instagram – aliás a rede social ainda era um aplicativo engatinhando no Brasil; não tínhamos anúncios no facebook e nem no twitter. Os anúncios do Google eram pouquíssimos utilizados, blogueiras, youtubers e digital influencers ainda não tinham o destaque que conhecemos hoje. Meu Deus, o mundo era outro?

COMUNICANDO: O Que Não Tem Mais Graça Na Publicidade?

COMUNICANDO: O que não tem mais graça na publicidade?

Não tinha como não “compartilhar” esse incrível artigo do Meio e Mensagem que fala sobre o humor na publicidade…

O humor sempre foi um dos pilares mais fortes da publicidade brasileira e um dos elementos responsáveis por colocar a indústria de comunicação do País entre as melhores do mundo. Saber rir das situações – sobretudo de si próprio – é um dom que o brasileiro domina com maestria. Nada mais natural que essa arte fosse aproveitada pela indústria da comunicação e se tornasse marco de muitos cases que, em diferentes épocas, conseguiram arrancar sorrisos de muitas gerações.

Construir uma mensagem publicitária engraçada, no entanto, é uma missão que exige uma constante evolução. Tão difícil quanto encontrar o tom certo das piadas é entender que tipo de humor cabe e, principalmente, qual não cabe mais em uma sociedade cujas vozes se amplificaram com as redes sociais e não poupam críticas e boicotes àquilo que julgam ser sem graça.

Para compreender essas mudanças dos tons de humor na publicidade nacional, Meio & Mensagem conversou com criativos e profissionais do mercado para saber quais os cuidados que se deve ter quando a proposta é fazer o público dar risada. Confira as opiniões:

COMUNICANDO: Você Cortaria O Cabelo De Wesley Safadão?  Por Fernanda Cappellesso

COMUNICANDO: Você cortaria o cabelo de Wesley Safadão? por Fernanda Cappellesso

A pergunta do título pode soar estranha, mas o novo visual do cantor nordestino virou notícia e dividiu opiniões. Como profissional de comunicação insisto em perguntar aos meus colegas: se vocês cuidassem da imagem do cantor, vocês deixariam cortar o cabelo dele?

Na internet, as opiniões se dividiram. Há quem disse que o cantor perdeu a identidade e que o novo visual com cabelo curto e em um tom mais claro o deixou mais distante do seu público original: o nordestino. 

COMUNICANDO: Native Ads: Descubra A Prática Que Vai Mudar A Sua Forma De Ver A Publicidade Por

COMUNICANDO: Native ads: descubra a prática que vai mudar a sua forma de ver a publicidade por

“Compre batom, compre batom”! Sim, esse foi um ótimo slogan e rendeu bons resultados para a marca. Mas isso nos anos 80! Nos tempos em que a tecnologia faz cada vez mais parte da vida das pessoas, o velho uso de imperativo nas propagandas não convence mais, não é mesmo? E uma excelente alternativa para conquistar um público cada vez mais exigente é o native ads.

Mas calma! Native ads não é nenhum bicho de sete cabeças. Vamos explicar essa forma de publicidade que pode ajudar muitas empresas.  Na tradução livre o termo significa anúncio nativo. Ou seja, é produzir um conteúdo sobre determinada marca, empresa ou produto que gere interesse no consumidor. Um conteúdo que não tenha aquela cara comercial de “queremos vender, queremos vender”.