COMUNICANDO: Suspiros Do Jornalismo Em época De “fake News” Por Danyla Martins

COMUNICANDO: Suspiros do jornalismo em época de “fake news” por Danyla Martins

Não é de hoje que o jornalismo sofre com as mudanças tecnológicas e as influências dos novos consumidores de notícias, este que, por fim, também estão no campo de produtores de informação. Com essas transformações o jornalismo tradicional parece estar em uma maca tentando levantar. Mas, acontece que está buscando escapar pela tangência ou encontrar um espaço seguro. As mídias sociais vieram avassaladoras modificando a forma de comunicar e colocando as notícias na palma da nossa mão. Tudo está perto, mutável e volátil.

COMUNICANDO: Por Que Investir Em Assessoria De Imprensa? Por Danyla Martins

COMUNICANDO: Por que investir em assessoria de imprensa? por Danyla Martins

Uma empresa, um produto, um profissional autônomo ou qualquer personagem para uma matéria jornalística é preciso que seja relevante. Essa relevância diz respeito a conteúdo, a importância e ao grau de informação, ou seja, o quanto isso pode se transformar em valor notícia. Na comunicação e no jornalismo se estuda algumas teorias capazes de identificar o processo da informação até o ponto de se transformar em notícia e, consequentemente, a sua divulgação para os públicos.

É a partir de estudos, técnicas, análises de cenários que os assessores de imprensa entram em ação. Esses profissionais passaram a ter uma importância imprescindível para o dia a dia das empresas e demais profissionais que desejam estar na mídia. Ser notícia muitas vezes não é um fator natural. Não basta apenas ser especialista em determinada área. É preciso que se explore os potenciais dessa informação.

COMUNICANDO: Charlie Hebdo Será Mais Agressivo Em 2017, Diz Diretor Da Revista

COMUNICANDO: Charlie Hebdo será mais agressivo em 2017, diz diretor da revista

Completamente sem palavras e na expectativa compartilho essa matéria e fico na torcida para que tudo dê certo e que se lembrem de sempre agirem com ética e respeito, assim coexistir bem e cumprir o papel de informar!

A dois dias do segundo aniversário do atentado terrorista contra a redação do jornal satírico francês Charlie Hebdo, em Paris, o diretor da publicação, Laurent “Riss” Sourisseau, disse nesta quinta-feira (5) que talvez 2017 seja o ano para ser mais agressivo. “O ano de 2015 o da sobrevivência, 2016, o da estabilização. Talvez em 2017 seja necessário sermos mais agressivos”, disse Riss em entrevista à agência francesa AFP.

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